VOLTE SEMPRE!

O NOSSO RIO GRANDE É BONITO!
VAMOS CONHECÊ-LO MELHOR!





quinta-feira, 9 de setembro de 2010

DOM CAMILO, NOVA PÁDUA-RS



www.domcamilo.com.br


Voltando de Antonio Prado-RS pela RS 122, chegamos em NOVA PÁDUA-RS!


Em nossas incursões pela serra gaúcha, existem, sítios e pessoas que já se tornaram nossos favoritos e amigos. É o caso de Nova Pádua.
Além das paisagens relaxantes, por sua diversidade, é indispensável uma parada no Belvedere Sonda, com vistas para o Rio das Antas e a Barragem Castro Alves. Entretanto, nosso destino recai na propriedade do casal amigo Gema e Celso Sonda( www.domcamilo.com.br). Ali nos abastecemos de sucos, compotas, queijos, copas, massas.
Assim terminou-se mais um belo passseio de fim de semana.

Quanto mais conhecemos as riquezas do nosso Rio Grande, mais o amamos!


*Nota: A professora Angela Brock da Fé , presidenta da ASSOULT-Associação para a Preservação e Conservação do Patrimônio Cultural de Novo Hamburgo, nos acompanhou no passeio.

Anelise Kunrath e Odilo Friedrich

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

CIDADE MAIS ITALIANA DO BRASIL, ANTONIO PRADO-RS


mostrar detalhes 19:17 (16 minutos atrás)




ANTONIO PRADO- A cidade mais italiana do Brasil
Após a gostosa visita ao Moinho da Dª Catarina, no dia 05/09/2010, seguimos para Antonio Prado-RS. É uma pequena cidade encantadora. Reconhecidamente a mais italiana do Brasil, não só pela descendência dos seus habitantes, mas, também, pelo estilo e material de suas residências.
Nas regiões de colonização alemã predominavam as casas enxaimel:-estrutura de pedras de arenito recortadas, esqueleto de madeira de lei feito com peças encaixadas, as paredes de adobe ou pedras revestidas .
Os imigrantes italianos e seus descendentes, foram assentados nas áreas montanhosas, de mata virgem, onde, além da madeira de lei, havia abundância de araucárias centenárias. Houve que desmatar para possibilitar os cultivos e criações de subsistência da colônia. Na medida das necessidades e possibilidades, aproveitava-se a madeira. Esta era serrada manualmente ou em serrarias artesanais.
De outra parte, a “serragem” das toras de madeira era, como o é, ainda atualmente, em peças de 5,50m de comprimento. As tábuas tem 30cm de largura. Normalmente as casas possuem dois pisos e um sótão, aproveitável, entre o segundo piso e um telhado de duas águas
A disponibilidade do material facilitou a opção dos imigrantes pelas “casas de tábuas” , que , inclusive se construíam rapidamente. Elas se compõem basicamente por um alicerce estruturado em pedras basalto, formando um porão sobre o qual se construía o esqueleto de madeira, revestido com tábuas de pinho. Ele servia para guardar as barricas de vinho e demais produtos agrícolas, feijão, milho, trigo e equipamentos de trabalho. Era quase imperativa sua construção, devido ao declive acentuado do terreno e à dificuldade para escavar e aplainar todo o local exigido pela casa. Isto, pode ter sido um dos motivos da verticalização das moradias.
Um aspecto importante para o turismo é o de disponibilizar o patrimônio material e imaterial, inclusive aos sábados, domingos, e feriados. Aliás, isto já está sendo adotado pela comunidade. Encontramos funcionando “La Nostra Arte”- Associação de Artesões de Antonio Prado, onde se pode observar a arte pradense e resgates culturais, a Casa da Neni, restaurantes típicos , museus e outras atrações com bons preços ao turista( bordados sobre sacos de farinha de trigo, crochê, macramê, crivo , frivolete, tranças de palha de milho e de trigo , entre outros).
Antonio Prado apresenta-se impecavelmente limpa, as casa pintadas com cores vivas, as praças bem cuidadas e floridas. A cidade está determinada a trilhar o caminho do turismo histórico e cultural, pois foram tombadas 48 edificações pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1989. Pode-se dizer que ela está pronta para receber os turistas mais exigentes.

*Nota: A professora Angela Brock da Fé , presidenta da ASSOULT-Associação para a Preservação e Conservação do Patrimônio Cultural de Novo Hamburgo, nos acompanhou no passeio.



Quanto mais conhecemos as riquezas do nosso Rio Grande, mais o amamos!

Anelise Kunrath e Odilo Friedrich

MOINHO FRANCESCATTO, LINHA 21 DE ABRIL, ANTONIO PRADO-RS





Moinho Francescatto situado na Linha 21 de Abril, de Antonio Prado-RS, continua funcionando há mais de um século, transformando o milho(grãos) em farinha para pão e, principalmente, para fazer a "Bela Polenta", cultura dos imigrantes italianos.
Em nossa visita fomos recebidos pela proprietária Catarina Francescatto.
O moinho é acionado por Roda D´Água e se move perfeição, quase sem ruído. Tudo está rigorosamente limpo e com cheiro de farinho de milho.
Catarina conta que atualmente ela opera o moinho sozinha. Não tem quem lhe ajude, o que lhe exige muitas horas de trabalho por dia...Conforme mostra o certificado da 1ª Feira Industrial do Rio Grande do Sul e Festa da Uva, de 1954, afixo na parede de madeira,pintada de branco, a farinha que produziam( e que ela ainda produz) é de excelente qualidade.
Enquanto Catarina ensacava a farinha e o "farelo" que compramos, ela falava do trabalho e da especialidade da polenta que ela faz. Então lhe pedimos que nos explicasse como costuma fazê-la. Foi tão clara e interessante sua explicação que lhe pedimos que repetisse a "receita". Ela nos atendeu solicitamente e o vídeo está em anexo.
Antes de saírmos, elogiamos a intensa capacidade de trabalho, sua simpatia e gosto pela vida.
Nossos parabéns Dª Catarina , e obrigado pelo exemplo de vida! ! !



Nota* A Presidente Angela Brock da Fé da ASSOCULT-Associação para a Preservação e Conservação do Patrimônio Cultural de Novo Hamburgo nos acompanhou neste passeio.

sábado, 28 de agosto de 2010

ALUNOS DO "4º ANO A" DA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL SANTO ANTONIO, PORTÃO-RS, VISITAM O CASARÃO E MUSEU FRIEDRICH-1845

O NOVO E O VELHO -- ADOLESCENTES, JOVENS, ANALISANDO O PASSADO E PROJETANDO O FUTURO NA TERÇA FEIRA, DIA 24/08/2010 O CASARÃO E MUSEU FRIEDRICH RECEBEU A VISITA DE 21 ALUNOS DO 4º ANO A , ACOMPANHADOS PELA PROFESSORA CLAUDETE ROCHA, E AS DUAS AUXILIARES DE EDUCAÇÃO, CELANIRA DIAS E ROSÂNGELA ENGEL , DA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL SANTO ANTONIO DE PORTÃO-RS. FOI-LHES MOSTRADO E EXPLICADO TODO O ACERVO DO MUSEU E TAMBÉM DO ANDAR TÉRREO DO CASARÃO, DESDE A ENTRADA DA PROPRIEDADE. INICIOU-SE PELA APRESENTAÇÃO DA MANGUEIRA DE TAIPA (PEDRAS DE BASALTO ROLIÇAS), O BANHEIRO CARRAPATICIDA(DESATIVADO), A MOENDA DE CANA DE AÇÚCAR, O ESTÁBULO, E UMA TERNEIRA RECÉM NASCIDO. PARECE QUE A FIGUEIRA TRICENTENÁRIA LHES CHAMOU BASTANTE A ATENÇÃO. DAÍ SEGUIU-SE PARA O MUSEU PROPRIAMENTE DITO, CUJO CENTRO DE INTERESSE É O EQUIPAMENTO QUE COMPUNHA A ATAFONA MOVIDA À TRAÇÃO ANIMAL E TRABALHO BRAÇAL, HUMANO. OS VISITANTES PUDERAM APRECIAR, TAMBÉM, OS EQUIPAMENTOS AGRÍCOLAS USADOS EM TEMPOS IDOS, ALGUNS CONFECCIONADOS BEM ANTES DE 1900. HÁ VARIOS TIPOS DE ARADOS DE FERRO E MADEIRA, GRADE DE DENTES, PLANTADEIRAS, ABANADOR DE CEREAIS, CARRETA PARA CARGAS, EQUIPAMENTOS PARA BENEFICIAR BOVINOS E SUÍNOS, APEROS DE MONTARIA , E UM RECANTO HOMENAGEANDO A VÓ ELIZABETH FRIEDRICH, AO FINAL DA VISITA DEGUSTARAM A SPRIZBIER, GASOSA FEITA A PARTIR DE GENGIBRE, TÍPICA DA COLONIZAÇÃO ALEMÃ. NO MUSEU ENCONTRA-SE, TAMBÉM UMA EXPOSIÇÃO DE 12 FOTOS TOMADAS DO COTIDIANO DA PROPRIEDADE, QUE AINDA GUARDA MUITOS RESQUÍCIOS E ATIVIDADES DE UMA UNIDADE AGROPECUÁRIA. AS IMAGENS SÃO DE ANELISE KUNRATH. O MUSEU OCUPA UM PRÉDIO CONSTRUÍDO JUNTAMENTE COM O CASARÃO, (1845) PARA ABRIGAR A ATAFONA, OU SEJA, UMA FÁBRICA DE FARINHA DE MANDIOCA,E, EM CONSEQUÊNCIA SE PODE SUPOR QUE O PRINCIPAL MAQUINÁRIO TENHA SIDO CONSTRUIDO NA MESMA ÉPOCA. AO ENVIAR O DOCUMENTÁRIO DA VISITA, DESEJAMOS LOUVAR TANTO AS EDUCADORAS QUANTO OS ALUNOS PELA EXCELENTE COORDENAÇÃO E O COMPORTAMENTO EXEMPLAR DAS MENINAS E MENINOS, FRUTO DA BOA EDUCAÇÃO QUE ESTÃO APRENDENDO NA ESCOLA. EM CONSEQÜÊNCIA, ENVIAMOS NOSSAS CONGRATULAÇÕES AO CORPO DOCENTE DA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL SANTO ANTONIO. ODILO FRIEDRICH E ANELISE KUNRATH FONE 51 99662256 Odilo Friedrich www.odilofriedrich.blogspot.com www.anelisekunrath.blogspot.com

www.museufriedrich.com.br

TEXTO DOS ALUNOS APÓS A VISITAÇÃO


“No museu Friedrich tem muitas coisas antigas como máquinas, armas, selas de montaria, piano, salas, galpão e bancos e etc.” Roger Mattje 4°A

“O museu Friedrich era uma casa bem antiga e lá tinha muitas coisas legais como as armas escoradas na parede. Eu gostei das máquinas para fazer a mandioca (eram bem complicadas de montar) Também gostei de ver os pavões que abriram as asas.” Vinícius Fleck 4° A

“Foi bem legal a manhã no museu Friedrich! Chegamos e já olhamos de cara com um dos pavões que havia no museu. Também tinha uma típica bebida alemã a spritzbier que a minha avó também sabe fazer.” Betina Neis 4° A

“Eu gostei do passeio ao Museu Friedrich, por que eu vi: pavão, vaca, terneiro, pombo, galinha e uma casa que tem mais de 200 anos. Entramos nela, vimos muitos objetos antigos e cheios de cupins. Também vimos a casa em que o senhor e a esposa dele moram. E quando nós fomos embora nós vimos um açude que tinham umas tartarugas.” Kevin Engel 4° A

“O passeio foi muito divertido, interessante e muito bonito. Eu adorei saber como se fazia a farinha de mandioca, e saber as coisas de antigamente, e ver vários pavões e outras aves. No museu e na casa existem coisas muito lindas. Também adorei tirar fotos na linda e enorme figueira.” Tais Veiga 4° A

“Fomos para Novo Hamburgo, para conhecer o Museu Friedrich. Vimos a banheira para tirar carrapatos dos bois e vacas, vimos o terneirinho e a vaca chamando, com medo que nós iríamos pegar. Vimos quatro cachorros, muitos patos, galinhas e os bois comendo. Vimos o jeito das pedras só colocadas, sem cimento. O pavão estava com as penas abertas, parecia um leque. Eu subi para tirar foto em cima da árvore. Entrei dentro da árvore. Fomos para dentro da casa vimos de tudo e fomos para a escola.” Crístian Lubave 4° A

“Lá no museu vimos uma árvore de 400 anos. Tomamos uma bebida estranha, vimos várias coisas antigas. O museu era que nem um sítio. Vimos vários animais como: pavões, 1 filhotinho de terneiro e a mãe dele. Vimos uns gansos e vários cachorros grandes.” Vinícius Donel 4° B

“Eu estava ansiosa para ver a casa que existe há mais de 100 anos. Os escravos moravam lá. Tinha 2 pavões, as rochas eram de arenito e ao encostar-se a elas eu pensava: “ali os escravos encostaram”. Havia a pia onde as mulheres lavavam louça. Eu até peguei uma pena de ganso. Depois a gente foi na exposição para ver a máquina que os cavalos empurravam e onde descascavam o aipim.” Roberta Santos 4°A

“Nós fomos ao Museu Friedrich. E quando nós chegamos lá nos receberam com muito carinho e eles nos mostraram tudo o que tinha lá. Tinha terneiros, também tinha pavões e muitos cachorros. Depois, dentro do museu, conhecemos o tipo de máquina que servia para fazer farinha de mandioca. Fomos ao casarão para ver toda a casa e o chão da casa era feito de rocha e embaixo da casa tinha um monte de cupim e nós tiramos mais fotos. Nós voltamos para o micro para voltar para escola.” Morgana Costa 4° B

“Quando chegamos no museu foi uma linda visão! O pavão azul que tinha lá era uma gracinha! Tinha piscina, eu passei a mão no terneirinho. Era uma casa muito antiga, mais ou menos uns 200 anos. Um estábulo, uma atafona, era quase uma fazenda. Os aparelhos da atafona eram diferentes dos de hoje. Foi muito legal. Tinha cachorros, coisa que eu adoro! Tomei bebida alemã HUMHUMHUM, bom demais! Ih! A hora que eu passei a mão no terneirinho a vaca quase me pegou, mas foi tudo bem. Esse foi o passeio do 4°A.” Maria Christina Rubënich 4° A

“No museu Friedrich tinha um piano, um quarto e um berço antigo. Algumas fotos e um pavão muito lindo.” Igor Dall Agnol 4° A

“Lá em Novo Hamburgo, fomos no museu onde tinha objetos antigos e também tinha galinha, boi, vaca e pavão. Tinha galinha de angola e cachorros. No museu tem um lago muito grande com as águas verdes. No lago tem umas tartarugas bem grandes e tem peixes coloridos e bonitos.” Jaíne dos Santos 4° A

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

CONHECENDO RIO PARDO-RS











Rio Pardo- Um pedaço da história do Rio Grande do Sul e do Brasil.
Gaúchos, como nós, certamente se impressionam e se emocionam patrioticamente ao percorrer as ruas e ao visitar os prédios históricos de Rio Pardo, com suas grossas paredes de estuque,alguns já restaurados e outros, originais, em processo de revitalização. Ali se respira, se vê e se pode,até, apalpar a história, a arquitetura, os instrumentos de batalhas de imperiais, para defender o território contra os espanhos, e posteriormente, contra os farroupilhas. Nota-se, também, a influência negra, tanto como escravos, antes de 1888, bem como, sua valiosa contribuição como cidadãos e profissionais riopardenses. De uma só vez não se pode percorrer e apreciar os prédios, templos, e outras obras e sítios que nos permitam uma apreensão objetiva de tudo o que sucedeu e dos autores do sucedido, durante os quase 250 anos do início da construção da Paróquia de Santo Ângelo de Rio Pardo-1764 , considerada a mais antiga do extremo sul do Brasil Colônia.
Iniciamos com inquisitiva ao prédio do Centro Regional da Cultura Rio Pardo, que se destinaria a ser Hospital de Caridade, mas, que abrigou a Escola Militar do Rio Grande do Sul,e, posteriormente, o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. Hoje, está totalmente restaurado. È um lindíssimo exemplar neo-clássico . Teve Getúlio Vargas como aluno. Assim, também, é preciso visitar o Museu Histórico Municipal Barão de Santo Ângelo(séc.XVII); Igreja Nossa Senhora do Rosário(1768); Igreja dos Passos(1872); Rua da Ladeira,a pavimentação com pedras irregulares mais antiga do Rio Grande do Sul, circundada por várias casas "assobradadas" de estilo português colonial urbano.
Há, pois, um vastíssimo campo aberto a ser mais explorado por pesquisadores, historiadores, preservacionistas, restauradores, arquitetos, urbanistas, etc, visando aprofundar o conhecimento e derivar ideias e propostas, que sirvam de subsídios para a Administração Municipal e à comunidade em planejamento estratégico de dinamizar seu desenvolvimento econômico e social.
É fácil entender que existe no município uma grande potencialidade ainda não explorada, seja no turismo histórico-cultural, como, no fomento da atividade turística na área rural, fluvial e ambiental em geral.

Nota: em nossa excursão tivemos a satisfação de contar com a companhia da Professora Angela Brock da Fé.

CURIOSIDADES DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA EM RIO PARDO:A BATALHA DO BARRO VERMELHO E O HINO RIOGRANDENSE
http://www.riopardo.rs.gov.br/index.php?arquivo=noticias2&id=204&hash=12345678901234567890123456789012
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O NOSSO RIO GRANDE É BONITO!
VAMOS CONHECÊ-LO MELHOR!



Odilo Friedrich e Anelise Kunrath
51 99662256

www.odilofriedrich.blogspot.com
www.anelisekunrath.blogspot.com
www.museufriedrich.com.br





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sábado, 7 de agosto de 2010